About NIS2

O que é a Conformidade
com a NIS2?

A NIS2 revê e reforça a Diretiva NIS de 2016, expandindo significativamente o âmbito das entidades abrangidas e elevando o nível mínimo de cibersegurança exigido em toda a União Europeia.

Os seus principais objetivos são:

  • Aumentar a resiliência operacional das organizações
  • Harmonizar práticas de cibersegurança entre os Estados-Membros
  • Reforçar capacidades de prevenção, deteção e resposta a incidentes
  • Melhorar mecanismos de cooperação e reporte entre Estados
  • Reduzir riscos associados a fornecedores e ecossistemas terceiros
  • Reforçar a governação e responsabilização da gestão relativamente aos riscos de cibersegurança

A ENISA (Agência da União Europeia para a Cibersegurança) apoia estes esforços através de iniciativas como a European Vulnerability Disclosure Database, promovendo transparência, divulgação coordenada e colaboração em cibersegurança em toda a Europa.

Principais Destaques da NIS2

As organizações que atrasarem a adaptação
à NIS2 poderão enfrentar:

  • Penalizações financeiras significativas

    Penalizações financeiras
    significativas

  • Perda de contratos e confiança comercial

    Perda de contratos e
    confiança comercial

  • Danos reputacionais

    Danos
    reputacionais

  • Maior disrupção operacional

    Maior disrupção
    operacional

  • Maior exposição a riscos na cadeia de fornecimento

    Maior exposição a riscos
    na cadeia de fornecimento

Conformidade com a NIS2 em Portugal
(Decreto-Lei n.º 125/2025)

Em Portugal, a diretiva foi transposta através do Decreto-Lei n.º 125/2025, publicado a 4 de dezembro de 2025, estabelecendo o novo Regime Jurídico da Cibersegurança (RJC).

O diploma entra em vigor a 3 de abril de 2026, com implementação faseada ao longo dos 24 meses seguintes, aumentando significativamente as exigências regulatórias para organizações públicas e privadas.

Para as organizações portuguesas, a conformidade com a NIS2 deixou de ser opcional. Tornou-se um requisito estratégico para:

  • Reduzir riscos operacionais e de cibersegurança
  • Melhorar a resiliência organizacional
  • Evitar penalizações e exposição regulatória
  • Garantir a continuidade do negócio
  • Reforçar a confiança nos ecossistemas digitais e cadeias de fornecimento

A NIS2 não se limita à conformidade regulatória. Representa uma mudança significativa rumo à resiliência cibernética de longo prazo, maturidade operacional, responsabilização executiva e resiliência operacional proativa.

As organizações são cada vez mais incentivadas a evoluir além de modelos reativos de segurança e adotar estratégias proativas de cibersegurança e continuidade operacional.

  • Setores Abrangidos
    em Portugal
  • Prazos Obrigatórios de
    Reporte de Incidentes
  • Penalizações por
    Incumprimento
  • Papel do CNCS no
    Regime NIS2

Setores Abrangidos em Portugal

Setores Abrangidos em Portugal

A NIS2 aplica-se a organizações que operam em setores considerados essenciais ou importantes para a resiliência nacional e estabilidade económica, incluindo:

  • Infraestruturas críticas
  • Administração Pública
  • Saúde
  • Energia, água e serviços ambientais
  • Transportes e telecomunicações
  • Serviços financeiros
  • Setores industrial e farmacêutico
  • Prestadores de serviços digitais
  • Organizações de média dimensão classificadas como entidades importantes

O impacto é transversal: desde hospitais e utilities até banca, indústria e entidades governamentais, qualquer falha de cibersegurança poderá ter consequências operacionais imediatas.

Prazos Obrigatórios de Reporte de Incidentes

Prazos Obrigatórios de Reporte de Incidentes

As organizações abrangidas pela NIS2 devem:

  • Notificar incidentes graves no prazo de 24 horas
  • Submeter um relatório detalhado no prazo de 72 horas
  • Entregar uma avaliação final no prazo de um mês

Penalizações por Incumprimento

Penalizações por Incumprimento

As organizações poderão enfrentar multas até:

  • €10 milhões, ou
  • 2% do volume de negócios anual global

Sem automação, visibilidade centralizada e capacidades de deteção em tempo real, cumprir estes prazos torna-se extremamente desafiante.

As operações manuais de cibersegurança são cada vez mais insuficientes para responder às atuais exigências regulatórias e operacionais.

Papel do CNCS no Regime NIS2

Papel do CNCS no Regime NIS2

O CNCS (Centro Nacional de Cibersegurança) é a autoridade competente designada em Portugal e é responsável por:

  • Publicar normas técnicas e operacionais
  • Definir medidas mínimas obrigatórias de cibersegurança
  • Estabelecer o Quadro Nacional de Referência de Cibersegurança
  • Desenvolver a plataforma eletrónica de reporte de incidentes
  • Realizar supervisão e auditorias
  • Promover iniciativas oficiais de sensibilização e formação no âmbito do Roteiro NIS2

As organizações necessitam cada vez mais de soluções alinhadas diretamente com as expectativas e requisitos operacionais do CNCS, e não apenas com a diretiva europeia.

Como a ManageEngine Apoia a
Conformidade com a NIS2

A ManageEngine disponibiliza um portefólio completo, integrado e escalável, concebido para ajudar as organizações a:

  • Reduzir lacunas de cibersegurança e conformidade
  • Melhorar a maturidade operacional
  • Aumentar a visibilidade sobre ambientes de TI
  • Automatizar processos críticos de cibersegurança
  • Reforçar capacidades de resiliência e resposta a incidentes
  • Melhorar a visibilidade operacional e a resiliência dos endpoints

Em conjunto, as soluções ManageEngine ajudam as organizações a alinharem-se com os requisitos operacionais e técnicos definidos nos Artigos 21.º e 23.º da Diretiva NIS2.

  • Inventário de Ativos, Gestão de Vulnerabilidades e Patching
  • Monitorização, Logging e Auditoria
  • Gestão de Acessos Privilegiados e Governação de Identidades
  • Resposta a Incidentes e Continuidade Operacional
  • Digital Employee Experience (DEX) e Visibilidade Operacional

Inventário de Ativos, Gestão de Vulnerabilidades e Patching

Endpoint Central

  • Inventário completo de ativos em tempo real
  • Insights de vulnerabilidades baseados em risco
  • Gestão automatizada de patches
  • Políticas de hardening e segurança
  • Proteção integrada contra ransomware
  • Visibilidade de endpoints e analítica operacional

A NIS2 exige visibilidade contínua e controlo sobre os ativos organizacionais, bem como remediação atempada de vulnerabilidades. Estas capacidades ajudam a automatizar e centralizar o cumprimento.

Vulnerability Manager Plus

  • Avaliação contínua da postura de risco
  • Priorização baseada em exploração de vulnerabilidades
  • Relatórios de conformidade preparados para auditoria
  • Visibilidade e acompanhamento da remediação de vulnerabilidades

Monitorização, Logging e Auditoria

Log360

  • Capacidades SIEM unificadas
  • Correlação avançada de eventos
  • Deteção de anomalias baseada em UEBA
  • Retenção centralizada de logs e auditoria
  • Suporte à investigação e reporte de incidentes

A monitorização integrada e a visibilidade centralizada melhoram significativamente a capacidade das organizações responderem de forma eficiente às obrigações de reporte da NIS2.

As equipas executivas necessitam cada vez mais de visibilidade centralizada sobre cibersegurança, reporting e indicadores mensuráveis de risco operacional para suportar iniciativas de governação e conformidade.

Gestão de Acessos Privilegiados e Governação de Identidades

PAM360 / Password Manager Pro

  • Gestão completa do ciclo de vida de acessos privilegiados
  • Aplicação de MFA e políticas Zero Trust
  • Monitorização e gravação de sessões
  • Cofre seguro de credenciais

ADManager Plus / ADAudit Plus

  • Governação de identidades e visibilidade do ciclo de vida
  • Auditoria contínua do Active Directory
  • Monitorização de alterações críticas e atividade privilegiada

A NIS2 reforça a importância da governação de identidades, controlo de acessos privilegiados e rastreabilidade de ações administrativas críticas.

Resposta a Incidentes e Continuidade Operacional

Endpoint Central + Log360

  • Deteção e resposta em tempo real
  • Workflows automatizados de contenção e remediação
  • Reporte centralizado e visibilidade operacional
  • Suporte à mitigação e resposta a ransomware

A NIS2 exige que as organizações reajam de forma rápida e consistente a incidentes de cibersegurança. A ManageEngine fornece visibilidade integrada, automação e capacidades operacionais de resposta num ecossistema centralizado.

Digital Employee Experience (DEX) e Visibilidade Operacional

Endpoint Central – Capacidades DEX

A NIS2 exige cada vez mais que as organizações evoluam além de abordagens reativas de segurança e reforçem a resiliência operacional nos ambientes digitais.

As capacidades DEX do Endpoint Central ajudam as organizações a identificar proativamente degradação de desempenho dos endpoints, problemas que impactam os utilizadores e riscos operacionais antes que estes evoluam para disrupções operacionais mais significativas.

  • Monitorização em tempo real da saúde dos endpoints
  • Visibilidade e analítica da experiência do utilizador
  • Deteção e remediação proativa de problemas
  • Insights sobre degradação de desempenho
  • Visibilidade do impacto operacional

Requisitos NIS2
Soluções ManageEngine

Inventário de Ativos

Garantir visibilidade e controlo sobre os ativos da organização.

Endpoint Central

Fornece visibilidade centralizada e em tempo real sobre endpoints, dispositivos e ativos de TI em toda a organização.

Obtenha o seu guia gratuito sobre a
implementação da NIS2

Descarregue o nosso guia e obtenha uma visão geral sobre a Diretiva NIS2 e como a ManageEngine o pode ajudar a implementar controlos eficazes para esta norma.

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Declaração de exoneração de responsabilidade:

A implementação completa dos controlos da NIS2 requer uma variedade de controlos relacionados com processos, políticas, pessoas e tecnologias. As soluções acima mencionadas representam algumas das formas pelas quais as ferramentas de gestão de TI podem apoiar os requisitos da Diretiva NIS2. Em conjunto com outras soluções adequadas, processos, controlos relacionados com pessoas e políticas, as soluções da ManageEngine podem ajudar as organizações a alinhar-se com a Diretiva NIS2. As organizações devem realizar a sua própria avaliação independente relativamente às funcionalidades da ManageEngine e ao grau em que estas podem ajudá-las a cumprir esta diretiva. Este material é fornecido apenas para fins informativos e não deve ser considerado aconselhamento jurídico relativamente à conformidade com a Diretiva NIS2. A ManageEngine não concede quaisquer garantias, expressas, implícitas ou legais, relativamente às informações contidas neste material. Contacte o seu consultor jurídico para compreender de que forma a NIS2 afeta a sua organização e quais as medidas necessárias para cumprir a Diretiva NIS2.

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