Aplicações não gerenciadas

Unmanaged Application Software

A visibilidade é tudo. Mesmo com o controle de aplicações, obter uma imagem clara da rede é crucial. Quando sobrecarregados pela quantidade de dados que recebem, os administradores de TI geralmente criam listas de bloqueio e listas de permissões restritas, aplicando políticas somente às aplicações usadas com frequência. Isso resulta em algo chamado aplicações não gerenciadas omitidas de ambos, o que pode gerar riscos em uma organização, já que os administradores de rede geralmente têm pouca visibilidade sobre as aplicações não gerenciadas.

À medida que novas aplicações são adicionadas, gerenciar e proteger redes se torna um desafio. A maneira de evitar isso seria criar políticas acionáveis abrangendo todas as aplicações descobertas para obter visibilidade holística. Para obter controle total sobre as aplicações em execução em sua organização, é melhor manter o número de aplicações em sua aplicação não gerenciada em zero.

Como as aplicações não gerenciadas afetam a produtividade e a segurança?

As duas abordagens óbvias para lidar com aplicações não gerenciadas são permitir que elas sejam executadas ou proibi-las de serem executadas. As empresas que desejam estabelecer o princípio do Zero Trust geralmente bloqueiam todas as aplicações não gerenciadas para ter um controle rígido sobre sua rede. Embora isso ajude na segurança, bloquear a execução de aplicações não gerenciadas pode causar um sério caos para as equipes de TI.

Os administradores de TI serão inundados com solicitações de acesso sempre que uma política de lista de permissões definida inadvertidamente for implantada. Além disso, todas as novas aplicações instaladas também serão proibidas de serem executadas, pois cairiam diretamente nos itens não gerenciados. É essencial encontrar o equilíbrio certo entre segurança e produtividade ao lidar com aplicações não gerenciadas.

Como o Application Control Plus da ManageEngine lida com aplicações não gerenciadas?

Com modos de flexibilidade, como o Modo de Auditoria e o Modo Estrito, os administradores têm uma prévia de como sua rede funcionaria se optassem por executar as aplicações atualmente como aplicação não gerenciada. Isso permite que eles tomem decisões informadas antes de aplicar políticas para adicionar aplicações não gerenciadas à lista de bloqueios.

Identificação e resolução de aplicações não gerenciadas

  • Lista de permissões provisórias podem ser criadas e as políticas que as associam a grupos personalizados de usuários/sistemas podem ser implantadas usando o modo Auditoria. Esse modo permite que aplicações permitidas e não gerenciadas sejam executadas sem problemas com a coleta simultânea de registros.
  • Unmanaged-Audit Mode

  • Depois de monitorar esses logs pelo tempo necessário, os administradores de TI podem resolver as aplicações não gerenciadas específicas de um grupo personalizado. Elas podem ser movidas para uma lista de permissões/bloqueios nova ou existente, dependendo da frequência ou legitimidade de seu uso.
  • Resolve Unmanaged Applications

  • Depois que a aplicação não gerenciada for resolvida e as listas de permissões da aplicação forem definidas adequadamente, as políticas implantadas poderão ser modificadas para serem executadas no Modo Estrito. Esse modo garante maior segurança, pois permite que apenas as aplicações listadas na lista de permissões sejam executadas.
  • Unmanaged Applications - Modify

    Unmanaged - Strict Mode

Embora o ideal seja ter a contagem de aplicações corporativas não gerenciadas em zero, as empresas que desejam adotar uma abordagem mais relaxada com o controle de aplicações podem continuar executando suas políticas no Modo de Auditoria combinado com o monitoramento adequado.

Com o Application Control Plus, assumir o controle não se limita às listas de permissões e bloqueios. Fique um passo à frente, acompanhando também os itens não gerenciados. Experimente o Application Control Plus gratuitamente por um período de teste de 30 dias!