A visibilidade é tudo. Mesmo com o controle de aplicações, obter uma imagem clara da rede é crucial. Quando sobrecarregados pela quantidade de dados que recebem, os administradores de TI geralmente criam listas de bloqueio e listas de permissões restritas, aplicando políticas somente às aplicações usadas com frequência. Isso resulta em algo chamado aplicações não gerenciadas omitidas de ambos, o que pode gerar riscos em uma organização, já que os administradores de rede geralmente têm pouca visibilidade sobre as aplicações não gerenciadas.
À medida que novas aplicações são adicionadas, gerenciar e proteger redes se torna um desafio. A maneira de evitar isso seria criar políticas acionáveis abrangendo todas as aplicações descobertas para obter visibilidade holística. Para obter controle total sobre as aplicações em execução em sua organização, é melhor manter o número de aplicações em sua aplicação não gerenciada em zero.
As duas abordagens óbvias para lidar com aplicações não gerenciadas são permitir que elas sejam executadas ou proibi-las de serem executadas. As empresas que desejam estabelecer o princípio do Zero Trust geralmente bloqueiam todas as aplicações não gerenciadas para ter um controle rígido sobre sua rede. Embora isso ajude na segurança, bloquear a execução de aplicações não gerenciadas pode causar um sério caos para as equipes de TI.
Os administradores de TI serão inundados com solicitações de acesso sempre que uma política de lista de permissões definida inadvertidamente for implantada. Além disso, todas as novas aplicações instaladas também serão proibidas de serem executadas, pois cairiam diretamente nos itens não gerenciados. É essencial encontrar o equilíbrio certo entre segurança e produtividade ao lidar com aplicações não gerenciadas.
Com modos de flexibilidade, como o Modo de Auditoria e o Modo Estrito, os administradores têm uma prévia de como sua rede funcionaria se optassem por executar as aplicações atualmente como aplicação não gerenciada. Isso permite que eles tomem decisões informadas antes de aplicar políticas para adicionar aplicações não gerenciadas à lista de bloqueios.




Embora o ideal seja ter a contagem de aplicações corporativas não gerenciadas em zero, as empresas que desejam adotar uma abordagem mais relaxada com o controle de aplicações podem continuar executando suas políticas no Modo de Auditoria combinado com o monitoramento adequado.
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