5 razões pelas quais a gestão integrada de patches e vulnerabilidades mitiga riscos de forma rápida e eficiente
Uma pesquisa da ESG sobre gestão de riscos cibernéticos, que envolveu 340 profissionais de segurança cibernética, revelou que 40% consideram que acompanhar a gestão de patches e vulnerabilidades ao longo do tempo é o seu maior desafio.
A abordagem tradicional para a gestão de patches e vulnerabilidades
Tradicionalmente, esses processos envolvem ferramentas dedicadas operadas por diferentes equipes.
A equipe de segurança utiliza scanners de vulnerabilidades para identificar falhas nos endpoints e envia um ticket para a equipe de TI ou de remediação com os detalhes da vulnerabilidade e os itens de ação necessários para corrigi-las.
Os administradores de TI utilizam ferramentas de patching para varrer a rede em busca de detalhes de patches ausentes e comparam essas descobertas com os dados enviados pela equipe de segurança para correlacionar os patches necessários para resolver as vulnerabilidades. Em seguida, eles fazem o download dos patches nos sites dos fornecedores, testam sua estabilidade e os implementam em seu ambiente de produção.
Outra rodada de varredura é realizada pela equipe de TI para garantir que a vulnerabilidade foi totalmente corrigida, e o status de remediação é enviado para a equipe de segurança, exigindo que esta última realize uma validação adicional para fechar o ciclo de gestão de vulnerabilidades.
Notou algo de errado com essa abordagem? Embora ela cumpra o objetivo, está longe de ser eficiente. Aqui estão algumas razões para isso e também por que você estará melhor com uma solução integrada de gestão de patches e vulnerabilidades:]
Aumento no atraso da remediação:
Malabarismos com múltiplas ferramentas para a gestão de patches e vulnerabilidades resultam em um workflow isolado e ineficiente, adicionando complexidade, criando varreduras redundantes, aumentando a lacuna entre a detecção de vulnerabilidades e o patching, e desacelerando drasticamente o processo de remediação de riscos. Não deve ser surpresa que as organizações, em geral, levem mais do que alguns meses para fechar uma vulnerabilidade descoberta. Um relatório de estatísticas da Edgescan estima que sejam 67 dias.
Com o encurtamento do intervalo entre a divulgação de vulnerabilidades e a disponibilidade de códigos de exploit nos últimos dias, as organizações precisam ser rápidas em sua remediação. Um estudo do Ponemon Institute indica que 60% das violações em 2019 foram devidas a patches não aplicados, os quais estavam prontamente disponíveis, mas não foram implementados.
A gestão de patches e vulnerabilidades deve ser abordada como um processo unitário. Em vez de alternar entre diferentes ferramentas para executar uma única tarefa, uma solução integrada de gestão de patches e vulnerabilidades fornece a todas as equipes que trabalham na tarefa uma visibilidade unificada e melhor rastreamento, da detecção ao fechamento — a partir de um local central. Isso também elimina a necessidade de varreduras redundantes. Uma única varredura coletaria todas as informações de vulnerabilidades e patches e as correlacionaria automaticamente, ajudando a realizar uma remediação direta e rápida.
Falta de precisão:
Produtos isolados não se comunicam bem entre si, o que pode levar a disparidades nos dados entre soluções integradas. Patches necessários podem não ser implementados completamente e vulnerabilidades críticas podem permanecer sem solução. Uma solução unificada agiliza todas as tarefas interdependentes em um único console, eliminando margens para erro.
Aumento acumulativo nos desafios de gestão:
Implementar múltiplas ferramentas e treinar a equipe para utilizá-las pode ser algo desajeitado e demorado. Além disso, executar múltiplas ferramentas ao mesmo tempo pode impactar o consumo da largura de banda da rede. Somado a esse desafio, a instalação de múltiplos agentes sobrecarrega os recursos do sistema e afeta seu desempenho. Todas essas dificuldades podem ser reduzidas se você utilizar uma solução integrada.
Dificuldades de escalabilidade:
Também existem dificuldades em escalar essas ferramentas separadas para suportar mais dispositivos a longo prazo. O cenário moderno de TI é extremamente dinâmico; ele é caracterizado pela adição frequente de ativos, conexões com novos parceiros e afins. Uma ocorrência de um dos agentes não ser instalado em qualquer um dos novos ativos poderia introduzir complicações adicionais no workflow e deixar para trás várias brechas de segurança.
Aumento do orçamento de segurança:
Vamos direto ao ponto: a implementação e manutenção de ferramentas separadas para a gestão de patches e vulnerabilidades custará o dobro para você. É simples assim. Investimentos adicionais incluem sessões de treinamento dedicadas em cada produto para novos membros da equipe.
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Para superar esses desafios, a melhor opção é investir no ManageEngine Vulnerability Manager Plus, uma solução de gestão de patches e vulnerabilidades completamente integrada que utiliza uma única interface e um único agente para facilitar a detecção, priorização e fechamento de vulnerabilidades.
A capacidade de gestão de vulnerabilidades baseada em riscos do Vulnerability Manager Plus permite que os administradores de TI priorizem a resposta a vulnerabilidades de alto risco com base na explorabilidade e no impacto. Os administradores podem remediar vulnerabilidades em um ambiente de qualquer tamanho ao implementar os patches mais recentes em pouco tempo com a funcionalidade integrada do produto.
Enquanto isso, sua capacidade de gestão automatizada de patches mantém o Windows, macOS, Linux e mais de 350 aplicações de terceiros atualizados, permitindo que os administradores de TI automatizem e personalizem todo o ciclo de patching — desde a detecção de patches ausentes, o download deles nos sites dos fornecedores e o teste de sua estabilidade, até a implementação em todos os endpoints, independentemente de onde estejam.
Saiba mais sobre as capacidades abrangentes do Vulnerability Manager Plus ou explore um teste gratuito de 30 dias para ver a gestão integrada de patches e vulnerabilidades em ação.
Artigo traduzido. Conteúdo original escrito por Joyal Bennison.
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Importante: a ManageEngine não trabalha com distribuidores no Brasil.