Cloud FinOps: Como unir visibilidade e infraestrutura com controle de custos

Segundo o Gartner:
"Gastos mundiais com IaaS em nuvem soberana totalizarão US$ 80 bilhões em 2026."
O estudo também mostra que esses gastos representam um aumento de 35,6% quando comparados ao ano de 2025, mostrando que a tendência é que os gastos com uma infraestrutura em nuvem aumentem cada vez mais. Por isso, ter clareza em relação aos custos e planejamento financeiro é um must para as organizações na atualidade.
Foi assim que nasceu o Cloud FinOps, um conjunto de práticas que visam a diminuição de despesas com a cloud. Quer saber mais sobre o assunto e ainda como gerenciar seus custos de forma inteligente? Continue aqui.
O que é Cloud FinOps?
Cloud Financial Operations é um conjunto de práticas que combina a gestão financeira, operacional e tecnológica com o intuito de maximizar os recursos da nuvem e otimizar capital.
Ele é uma colaboração entre times com diferentes experiências e perspectivas para compreender a infraestrutura em cloud e otimizar seus custos, de forma que ainda entregue valor e não impacte negativamente.
Por exemplo, muitas vezes os times de Cloud FinOps são compostos por profissionais do time de TI, operações e finanças, pois cada um possui conhecimentos e habilidades que contribuem para uma gestão efetiva.
Atualmente, existem profissionais que são especializados nesse assunto, especialmente após a migração que muitas organizações tiveram para a nuvem ou o uso do modelo híbrido.
Quais as três fases do Cloud FinOps?
A FinOps Foundation, empresa que promove e padroniza as práticas de Cloud FinOps, definiu três fases principais que orientam profissionais e negócios a alcançarem a otimização ideal.
Informação
A primeira fase é a capacitação dos colaboradores para a aplicação das práticas.
Ela consiste na comunicação e colaboração entre os empregados designados, junto ao entendimento do funcionamento da organização, e tem como objetivo dar visibilidade aos custos da cloud.
É preciso compreender como ela opera, a quantidade de armazenamento utilizado, antecipação da utilização de nuvem, previsões de crescimento, etc.
Algumas perguntas que podem ser feitas nessa primeira fase é:
Onde estamos gastando?
Quem está gastando?
Por que estamos gastando?
Elas são o ponto de partida para entender e desenvolver corretamente e na direção certa o Cloud FinOps.
Essa é a parte mais crucial para toda a infraestrutura, já que é onde o projeto é moldado e as etapas seguintes são esboçadas.
Otimização
Essa fase consiste em colocar a mão na massa. Aqui, devemos encontrar as oportunidades de otimização de processos, softwares inutilizados, armazenamentos que podem ser reduzidos ou qualquer coisa relevante que possa contribuir com melhor utilização da nuvem.
É necessário o amplo e profundo conhecimento de toda empresa, como seu funcionamento, recursos utilizados pelos colaboradores, processos diários e necessidades dos times. Só assim é possível encontrar os gaps que afetam a Cloud FinOps.
Após isso, as melhorias são colocadas em prática. Lembrando que cada organização atua de forma diferente, e nem sempre o que funciona para uma também funcionará na outra.
Operação
Nesta fase, as empresas avaliam de forma contínua seu desempenho em relação às metas de negócios e buscam maneiras de melhorar suas práticas.
Assim como as companhias se transformam constantemente, sua necessidade de armazenamento também. Por isso, os times de Cloud FinOps devem monitorar continuamente após as melhorias serem aplicadas, a fim de compreender o que funciona e o que precisa ser mudado.
Examine a performance dos times, assim como suas necessidades de utilização de nuvem, entenda quais impactos ocorreram, e ainda como melhorar os processos aplicados.
Qual a diferença entre redução de custos e Cloud FinOps?
Para muitos, Cloud FinOps se resume à redução e controle de custos com a nuvem. Porém, o framework vai muito além disso.
Enquanto um se resume no corte de despesas inconsequente, o outro é um conjunto de processos que visam não apenas a redução de gastos, mas sim no aperfeiçoamento de processos e potencialização de recursos. Essas práticas, quando bem aplicadas, otimizam o capital investido, e consequentemente, reduzem as despesas com a cloud.
Em muitos casos, a redução forçada no consumo não é efetiva a longo prazo, pois afeta diretamente o funcionamento da organização e na produtividade dos colaboradores.
Já Cloud FinOps reúne processos que são introduzidos na cultura da empresa e que a longo prazo, trazem benefícios além dos inicialmente almejados.
Quais profissionais podem atuar com Cloud FinOps?
Não existe uma regra que obrigue ou proíba determinados profissionais a atuarem nessa área. Porém, alguns perfis podem contribuir mais para um aproveitamento melhor. Veja-os a seguir:
Tecnologia
Colaboradores que trabalham com tecnologia têm o conhecimento necessário para compreender a estrutura e o armazenamento em nuvem.
Eles conhecem truques e estratégias que melhoram seu uso, assim como quais tipos de informações devem ser armazenadas em cada tipo de plataforma.
Finanças
Empregados desse setor tem muitas possibilidades de contribuir positivamente com o framework, já que conhecem e entendem do patrimônio corporativo.
Eles serão os responsáveis por estabelecer orçamentos palpáveis com a realidade da empresa e garantir conformidade com políticas financeiras.
Operações
São responsáveis pelo monitoramento das práticas aplicadas, assim como os efeitos colaterais causados e mudanças que possam vir a ser necessárias.
Liderança executiva
Em muitos casos, os líderes executivos são os responsáveis por dar a palavra final. Por isso, definem as metas estratégicas, prioridades e o que deve/pode ser inserido na organização.
Como adotar o Cloud FinOps?
Existem diversas maneiras de adotar as práticas dentro do seu negócio. Porém, independente da sua escolha, o CloudSpend é a melhor.
Ele é projetado especificamente para ajudar instituições a gerir todos e quaisquer custos relacionados à nuvem, e se alinha perfeitamente com Cloud FinOps.
O CloudSpend oferece diversos recursos que irão enriquecer sua adoção ao framework:
Integração simplificada;
Suporte a várias nuvens;
Rateio de custos;
Intuitivo;
Controle orçamentário com budgets e alertas.
Além disso, empresas que utilizam a ferramenta declararam uma redução de 33% nos custos e 60% menos tempo gasto no controle de contas de nuvem.
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Caso queira ir além, o monitoramento de rede é um aspecto importante a ser levado em consideração, especialmente para empresas que utilizam a nuvem intensamente.
O upload e download de arquivos pode ser um processo desgastante, mesmo quando o tamanho de armazenamento é correto, já que colaboradores podem exceder o consumo de rede.
Ter uma ferramenta que auxilie no seu monitoramento e consumo, em conjunto com as práticas de Cloud FinOps, é o ideal.
O OpManager Nexus, uma plataforma full-stack de gerenciamento de operações de TI, possui capacidades que vão além, como:
Gerenciamento de desempenho de aplicações;
Monitoramento de infraestrutura;
Gerenciamento de largura de banda e tráfego;
Gerenciamento de configuração e conformidade;
Gerenciamento de endereços IP, portas de switch e firewalls.
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