As empresas dos setores automotivo e de aviação estão testemunhando grandes mudanças nos últimos tempos. Muitos países estão adotando novos padrões e regulamentos para tornar o transporte aéreo e rodoviário mais limpo e eficiente. Exemplos disso podem ser vistos no plano da UE para proibir a venda de carros convencionais movidos a combustíveis fósseis até 2035, ou no programa NextGen da FAA para renovar a infraestrutura de aeroportos e de tráfego aéreo.
Todas essas mudanças têm um foco comum: integração de sistemas de tecnologia da informação (TI) no transporte. Em geral, os sistemas de TI permitem backups de dados críticos, bem como uma comunicação mais rápida. Para os setores de aviação e automotivo, sistemas de computador podem ser usados para simular rotas de voo e tornar o planejamento de rotas muito mais eficiente. Devido a esses avanços, as operações de aeroportos globais, a produção de aeronaves comerciais e a fabricação automotiva estavam entre as indústrias de crescimento mais rápido nos últimos anos.
Apesar de todas as suas vantagens, as redes de TI podem enfrentar uma grande falha: o tempo de inatividade. Interrupções de rede e conectividade instável podem ter consequências desastrosas para as redes de transporte, onde a disponibilidade é um fator chave. À medida que a adoção de redes de TI nos setores automotivo e de aviação continua, também deve haver foco no monitoramento e gerenciamento de rede para evitar tempo de inatividade.
Os controladores de tráfego evitam colisões e orientam os pilotos usando planos de voo e informações meteorológicas. A transferência de dados é realizada entre os controladores na rota à medida que a aeronave se desloca. Os sistemas ATM mais antigos usavam arquiteturas cliente-servidor, enquanto os mais novos estão adotando sistemas baseados em cloud. Em ambos os casos, o monitoramento da integridade do servidor, o monitoramento do desempenho da rede e a proteção contra agentes mal-intencionados são necessários.
Os dados pessoais dos clientes, informações de cartão de crédito e detalhes da viagem devem ser protegidos contra exploração. Os sites de emissão de passagens podem ser alvo de ataques DDoS, ransomware e outros malwares. O monitoramento de rede possibilita que os administradores de TI sejam alertados sobre tráfego anormal.
Aviônica refere-se a componentes eletrônicos que são vitais para o voo. Esses componentes geralmente são protegidos por um firewall para evitar acesso não autorizado e sabotagem.
A maioria dos aviões está equipada com capacidades de banda larga para que os passageiros possam acessar a internet durante o voo. O monitoramento de rede é essencial para evitar interrupções e otimizar o desempenho.
Os sistemas de navegação são usados tanto na aviação quanto nas viagens rodoviárias. As informações de localização podem ser solicitadas do GPS ou de outros sistemas baseados em satélite e geralmente são gerenciadas a partir de um datacenter centralizado em que o gerenciamento de rede seria benéfico.
Frotas de caminhões, ônibus ou outros veículos de transporte são gerenciadas a partir de um local central para monitorar parâmetros como localização, velocidade, comportamento do condutor e muito mais. O monitoramento de rede pode ser empregado para assegurar a disponibilidade constante desses sensores e dos dados que eles coletam.
As tecnologias da Internet das Coisas (IoT) se tornarão cada vez mais predominantes, pois permitem a comunicação entre veículos, entre veículos e infraestruturas, entre veículos e redes e entre veículos e pedestres. Tecnologias como o Sistema avançado de assistência ao condutor (ADAS) e a condução autônoma são possíveis devido aos dados coletados e compartilhados pelas tecnologias habilitadas para IoT.
O monitoramento centralizado de semáforos utiliza redes sem fio para permitir o gerenciamento dinâmico de semáforos em uma cidade para fornecer controle e fluxo de tráfego eficientes.
As equipes de TI devem priorizar a disponibilidade, a segurança e a resiliência de suas redes. Muitas operações críticas da aviação dependem de informações sob demanda. Por exemplo, os servidores ATC devem ter disponibilidade contínua para que as atualizações meteorológicas possam ser usadas para fazer correções de trajetória de voo no ar. Da mesma forma, os veículos autônomos do futuro precisariam se comunicar entre si e com a infraestrutura de tráfego para gerenciar o tráfego rodoviário.
A resiliência torna-se importante quando o volume de tráfego é levado em consideração. O transporte geralmente envolve muitos componentes complexos, cada um com rotas e objetivos diferentes. A rede deve ser capaz de lidar com grandes cargas sem enfrentar problemas de desempenho ou velocidades reduzidas.
Os objetivos de segurança incluem proteger componentes críticos da rede, proteger dados confidenciais contra vazamentos e impedir que agentes mal-intencionados derrubem redes de transporte importantes.
As redes de aviação, em particular, são vulneráveis a ataques cibernéticos devido ao seu papel na infraestrutura nacional e internacional. Os agentes mal-intencionados exploram redes por meio de ataques DDoS, malware, ransomware, etc. Os colaboradores geralmente são alvo de e-mails de phishing ou outros truques para abrir e-mails maliciosos ou links prejudiciais.
No caso das companhias aéreas, os dados dos passageiros são de extrema importância. Servidores contendo informações pessoais de clientes e dados de cartões de crédito têm sido alvo de ataques cibernéticos nos últimos anos. Sites de reservas como o Sabre e aeroportos como o LAX foram comprometidos por invasores no passado.
As empresas devem adotar padrões de cibersegurança para ter uma política de segurança uniforme para se proteger contra um número crescente de ataques cibernéticos. Padrões pré-existentes, como o NIST 800-171 e o CIS CSC, agora estão sendo complementados por padrões mais recentes, como o NAS 9933 e o CMMC, para responder a ameaças novas e em evolução. Da mesma forma, existem padrões de conformidade automotiva como o ISO/SAE 21434 para proteger veículos inteligentes modernos contra ataques cibernéticos.
As viagens aéreas são possíveis devido à interoperação coordenada de vários componentes. Cada parte de sua jornada é guiada por controladores de tráfego. O tráfego aéreo, o status do aeroporto e os padrões climáticos estão constantemente mudando os parâmetros que precisam ser atualizados continuamente. Os veículos rodoviários dependem de recursos de navegação, especialmente em áreas rurais e remotas, onde a cobertura da rede pode ser instável.
As redes de transporte possuem uma natureza inerentemente distribuída. Elas podem estar espalhadas pelo país ou pelos continentes. Os controladores de tráfego aéreo estão espalhados por todo o mundo e compartilham informações entre si; o gerenciamento de frotas geralmente é realizado a partir de um data center centralizado que processa informações de vários locais. Os administradores de TI de ambos os setores precisam assegurar a operação tranquila dos componentes de rede remota, com latência mínima e disponibilidade máxima de informações importantes.
O gerenciamento de tráfego é uma ferramenta útil que ajuda a economizar tempo e combustível. Os controladores de tráfego aéreo calculam as capacidades dos aeroportos com antecedência e solicitam aos pilotos que realizem correções de velocidade e de curso para eliminar os tempos de espera sobre os aeroportos. De forma similar, as empresas de transporte rodoviário usam o gerenciamento de tráfego para otimizar as viagens de transporte para abranger todas as paradas com o mínimo de uso de combustível.
É evidente que o monitoramento de rede é um pré-requisito para proteger e otimizar as redes automotivas e de aviação, as equipes de TI de aeroportos também precisariam de software para monitorar as redes de TI de aeroportos. Uma boa ferramenta de monitoramento de rede coleta continuamente dados dos dispositivos em sua rede e alerta os administradores de TI sobre quaisquer desenvolvimentos anormais. Ela também deve ter funcionalidades avançadas, como agendamento, failover, gerenciamento de falhas e fácil gerenciamento de configuração.
O OpManager atende a todos esses pré-requisitos. Ele é capaz de descobrir dispositivos de rede, como switches, roteadores, desktops, servidores e máquinas virtuais. Associe mais de 200 monitores a thresholds de vários níveis, gere alertas configurados pelo usuário e perfis de notificação e crie relatórios personalizados.Isso, juntamente com sua variedade de add-ons e integrações internas faz do OpManager uma ferramenta de monitoramento de rede abrangente.
Os recursos do OpManager são feitos sob medida para assegurar um monitoramento conveniente e conciso. Sua interface do usuário é rica em recursos, com dashboards personalizáveis e mapas intuitivos para proporcionar visibilidade profunda das redes. Isso é particularmente útil para grandes redes distribuídas.
Alguns dos recursos vantajosos do OpManager incluem:
O OpManager mantém vigilância constante sobre sua rede e microgerencia suas configurações para melhor atender aos seus requisitos. Há várias versões de licença com base no número de dispositivos e no escopo do monitoramento, com monitores ilimitados permitidos por dispositivo. O suporte técnico é outro fator importante a ser considerado no caso de redes críticas que não podem suportar tempo de inatividade. A ManageEngine fornece suporte básico para todas as versões de licença e os usuários podem alternar para opções de suporte mais avançadas, se necessário.