As 7 vulnerabilidades e fragilidades críticas mais comuns da segurança da informação

Conforme a tecnologia avança, as vulnerabilidades também crescem; quando não em número, em complexidade. Hoje em dia, dificilmente um incidente explora apenas uma falha isolada, mas uma série de combinações que resultam em uma violação de dados potencialmente catastrófica.

Segundo relatórios recentes, o custo médio global de uma violação de dados chegou a US$ 4,88 milhões, o maior valor registrado até o momento. Levando em consideração que os principais vetores de invasão são de natureza diferente — como credenciais comprometidas, engenharia social e vulnerabilidades exploráveis —, é seguro dizer que não existe uma única ferramenta capaz de proteger todo o ambiente corporativo.

"Como posso proteger a minha organização, então?"

Uma estratégia realmente eficiente precisa combinar diferentes camadas de proteção, como identidade, endpoints, dados, credenciais privilegiadas e monitoramento contínuo.

Continue neste artigo para entender quais são as 7 vulnerabilidades críticas mais comuns que ameaçam o seu ambiente e como as soluções da ManageEngine podem ajudar construir as camadas de defesa da sua organização.

O que é uma vulnerabilidade? 

Quando se trata de segurança da informação, uma vulnerabilidade é toda e qualquer falha, fraqueza ou brecha que pode ser encontrada nos sistemas, softwares e rede de uma organização e que pode ser explorada por atacantes.

Essas fraquezas podem ser encontradas em diversas áreas da infraestrutura do sistema e também incluem os erros humanos ou negligências, os quais todas as empresas estão sujeitas.

O que faz a vulnerabilidade receber esse nome é o fato de ser algo explorável por algum agente malicioso cujo objetivo é usar os dados valiosos roubados para extorquir dinheiro da organização ou vendê-los na dark web.

Vulnerabilidade x fragilidade  

É muito comum que os termos "vulnerabilidade" e "fragilidade" sejam utilizados como sinônimos, mas, na realidade, eles representam conceitos diferentes para a segurança da informação.

Como explicamos anteriormente, uma vulnerabilidade é uma falha técnica explorável, como um software desatualizado. Já a fragilidade diz respeito a uma deficiência nos processos, controles e configurações da organização que aumenta sua exposição a riscos, mas não necessariamente pode ser explorada diretamente.

Na prática, a fragilidade tem o potencial de criar as condições para que uma vulnerabilidade seja explorada com sucesso. Agora, conheça as 7 vulnerabilidades e fragilidades mais comuns e mais críticas em qualquer ambiente de segurança da informação:

1. Exfiltração de dados

 Um dos tipos de incidente mais prejudiciais para qualquer organização é a exfiltração de dados, que é quando ocorre a saída não autorizada — seja intencional ou não — de informações confidenciais para ambientes externos. 

Esse vazamento pode ocorrer de diversas maneiras:

  • Cópia para dispositivos USB;

  • Envio por e-mail;

  • Upload em serviços de nuvem não aprovados;

  • Compartilhamento em aplicativos de mensagens;

  • Ferramentas web acessadas pelo navegador.

Esse tipo de incidente pode expor dados financeiros, contratos, documentos estratégicos, informações de clientes e propriedade intelectual. Na grande maioria dos casos, o vazamento não ocorre por ação maliciosa, mas por um simples descuido, excesso de permissões ou falta de controle sobre os canais de saída.

O risco é ainda maior quando a empresa não tem a visibilidade e o controle sobre o que está sendo copiado, para onde os dados estão indo e quem está realizando essas ações.

Como proteger minha organização? 

Com a popularização do trabalho híbrido e a adoção de aplicações SaaS, controlar todos os canais pelos quais uma informação pode deixar a empresa ficou ainda mais difícil. Qualquer upload para um serviço de compartilhamento de arquivos tem o potencial de risco de exposição de informações financeiras, dados de clientes ou documentos estratégicos.

Com isso em mente, a ManageEngine desenvolveu a solução Endpoint Central, que possui um add-on de Data Loss Prevention (DLP) que permite criar políticas baseadas em contexto para controlar dispositivos removíveis, restringir canais de saída e impedir a transferência indevida de informações sensíveis.

A principal vantagem da nossa solução é que como o DLP está integrado ao mesmo agente utilizado para o gerenciamento de patches, controle de aplicações e proteção contra vulnerabilidades, a organização elimina a necessidade de implantar uma solução separada apenas para a prevenção de perda de dados.

Além de simplificar a administração de endpoints e reduzir custos operacionais, o Endpoint Central com o DLP add-on também oferece uma visão centralizada sobre tudo o que acontece nos seus dispositivos corporativos, bloqueando ações indevidas em tempo real e registrando todas as tentativas de transferência de dados para futuras auditorias e investigações de incidentes.

Conheça mais sobre a integração DLP do Endpoint Central aqui.

 2. Ciclo de vida do usuário e acesso privilegiado excessivo 

A gestão do ciclo de vida do usuário e de acessos privilegiados é um dos pilares de qualquer organização que preza pela segurança do seu ambiente digital. Mas, o que pode acontecer caso não haja essa gestão?

Uma organização sem monitoramento fica vulnerável devido à fatores como: contas órfãs, privilégios excessivos e ambientes de identidade difíceis de auditar. Isso acontece pois essas contas de usuários continuam ativas mesmo após mudanças de cargo, desligamentos e alterações de função. Os colaboradores podem também acabar com acumulo de permissões ao longo do tempo, passando a ter mais acesso do que realmente precisam para trabalhar.

Esse cenário tem um potencial de perigo extremamente alto, pois ele amplia a superfície de ataque e dificulta a aplicação do princípio do menor privilégio

Quando um usuário possui acesso acumulado de recursos que ele não deveria mais conseguir visualizar, um atacante que conseguir comprometer essa identidade pode se movimentar com muito mais liberdade dentro da rede dessa organização. Além disso, permissões acumuladas aumentam o risco de erros operacionais e complicam auditorias.

Gerenciando o ciclo de vida dos usuários 

A ManageEngine desenvolveu o ADManager Plus justamente para automatizar todo o ciclo de vida das identidades digitais da sua organização, assim reduzindo significativamente o risco de ter contas esquecidas ou permissões incompatíveis com a função dos colaboradores.

Desde a criação de uma conta até o desligamento de um funcionário, todas as etapas podem seguir fluxos de aprovação padronizados de acordo com a necessidade da empresa, garantindo que cada usuário receba apenas os acessos necessários para exercer suas funções.

Nossa solução também facilita a realização das revisões periódicas de permissões, ajudando os administradores a identificar contas inativas e usuários com privilégios excessivos rapidamente.

Um dos motivos pelos quais o ADManager Plus é essencial no gerenciamento de identidades está na aplicação automática do princípio do menor privilégio, que reduz a superfície de ataque da sua organização e fortalece a governança dessas identidades corporativas, e no acesso just in time (JIT), que permite que o administrador conceda permissões e privilégios temporários a usuários no Active Directory (AD).

Seus relatórios detalhados sobre permissões do AD também facilitam consideravelmente no processo de auditorias internas e externas, assegurando ainda mais o seu ambiente digital.

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3. Phishing 

Uma das técnicas mais utilizadas até hoje, mesmo com tamanho avanço tecnológico ano a ano, é o phishing. O que faz esse tipo de ataque continuar funcionando é porque ele explora o fator humano por trás da máquina, conseguindo assim obter acesso às redes corporativas.

Através de e-mails, mensagens ou páginas falsas, criminosos tentam persuadir a vítima a informar suas credenciais de acesso ou aprovar solicitações fraudulentas e, uma vez obtidas essas credenciais, o atacante passa a acessar sistemas utilizando um usuário legítimo, dificultando sua detecção.

Recentemente, a inteligência artificial tem tornado essas campanhas de phishing ainda mais sofisticadas, permitindo a criação de mensagens altamente personalizadas e de deepfakes quase indistinguíveis, numa prática chamada de vibe hacking.

Como blindar a minha organização contra ataques? 

Por mais que os treinamentos de conscientização sejam uma parte importante do processo de segurança da empresa, eles não eliminam completamente o risco de um usuário cair em um golpe de phishing.

O ADSelfService Plus da ManageEngine atua na área de proteção do seu ambiente digital, adicionando camadas extras que dificultam o uso indevido de credenciais comprometidas. Ela também implementa a autenticação multifator (MFA) adaptativa, que pode exigir fatores adicionais de autenticação de acordo com o contexto da tentativa de acesso, como:

  • Localização

  • Dispositivo utilizado

  • Horário incomum

Além do MFA, a solução também oferece tecnologias como oSingle Sign-On (SSO), políticas avançadas de senha e redefinição segura de credenciais sem precisar de intervenção da equipe de TI, o que ajuda a otimizar o tempo da equipe com outras demandas mais complicadas.

O ambiente integrado da ManageEngine possibilita que o ADSelfService Plus trabalhe diretamente sobre as identidades administradas pelo ADManager Plus, todas as políticas permanecem alinhadas ao ciclo de vida dos usuários.

Solicite uma demonstração gratuita do ADSelfService Plus e descubra muito mais maneiras com que ele pode trabalhar no seu ambiente.

4. Vulnerabilidades Zero-day 

As vulnerabilidades mencionadas até agora têm uma coisa em comum: todas elas são conhecidas e, portanto, evitáveis. E quando surge uma vulnerabilidade que não tem uma correção, o que fazer?

Os ataques de zero-day recebem esse nome pois são do tipo que exploram falhas recém-descobertas e que ainda não possuem um patch oficial disponibilizado pelo fabricante. Na prática isso quer dizer que, até que o fabricante libere o patch de correção, as organizações ficam expostas; e quanto maior essa janela de exposição, maiores são as chances de comprometimento.

Se um atacante consegue invadir um sistema por essa janela exposta, isso pode levar ao acesso indevido de dados, a execução remota de códigos, escalonamento de privilégios ou comprometimento de sistemas críticos.

Como proteger o seu ambiente digital? 

Corrigir uma falha para qual ainda não existe uma atualização oficial pode parecer algo impossível, mas com o Endpoint Central a sua organização consegue reduzir o período de exposição por meio de mecanismos de mitigação que vão muito além da simples distribuição de patches.

A plataforma permite:

  • Aplicar scripts de contenção;

  • Configurar soluções temporárias recomendadas pelos fabricantes;

  • Restringir a execução de aplicações potencialmente exploráveis;

  • Automatizar a instalação das atualizações no momento em que forem disponibilizadas.

Dessa maneira, a equipe de TI consegue agir imediatamente, reduzindo as chances de exploração enquanto o fabricante trabalha na correção definitiva.

Como todas essas funcionalidades fazem parte da mesma solução utilizada para gerenciamento de dispositivos, inventário e proteção dos endpoints, a sua organização pode confiar em um processo de contenção e remediação que acontece de forma centralizada, tornando a resposta muito mais ágil e eficiente.

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5. Ameaças internas 

Nem toda vulnerabilidade é explorada exclusivamente por um agente externo. Usuários internos também representam um risco importante para as organizações.

As ameaças internas são causadas por colaboradores que já possuem acesso legítimo ao ambiente corporativo. Elas podem ser intencionais, quando o colaborador utiliza seus privilégios para acessar ou copiar informações indevidamente, ou acidentais, como no caso de funcionários que compartilham documentos sigilosos ou utilizam sistemas corporativos de forma negligente.

Por possuírem credenciais legítimas, esses usuários geralmente conseguem burlar mecanismos tradicionais de proteção, o que torna a detecção muito mais complexa. Parte do motivo é que o comportamento de um usuário interno muitas vezes parece normal à primeira vista.

Como detectar ameaças internas na minha organização? 

Detectar ameaças internas exige mais do que analisar logs isolados: é necessário compreender o comportamento normal dos usuários para identificar quando uma ação foge do padrão esperado.

O Log360 trás essa proposta ao utilizar recursos de User and Entity Behavior Analytics (UEBA)para criar baselines do comportamento dos usuários e dispositivos. Ao correlacionar eventos originários do Active Directory, servidores, workstations, aplicações e demais soluções da plataforma ManageEngine, a solução identifica acessos incomuns, movimentações suspeitas, tentativas de exfiltração de dados e outras atividades que podem indicar comprometimento de uma conta ou uso indevido de privilégios.

Além disso, a solução também possui diversas regras de detecção baseadas no framework MITRE ATT&CK, o que permite reconhecer técnicas utilizadas por atacantes modernos. Assim que um comportamento suspeito é identificado, a plataforma pode gerar alertas ou acionar respostas automatizadas, reduzindo o tempo entre a detecção e a contenção do incidente.

6. Falta de criptografia 

Credenciais privilegiadas representam alguns dos ativos mais sensíveis de uma organização, pois são elas que liberam o acesso aos servidores, bancos de dados, equipamentos de rede e aplicações críticas.

Essas credenciais são senhas e acessos usados por administradores, equipes de TI e contas com poderes elevados no ambiente. Quando elas ficam armazenadas de forma insegura, são compartilhadas entre pessoas ou ficam protegidas apenas por controles manuais, o risco aumenta consideravelmente. O mesmo vale para senhas que não são trocadas com frequência ou para acessos que continuam válidos após o término de uma atividade.

Esse é um dos pontos mais sensíveis da segurança da informação, pois as contas privilegiadas podem alterar configurações, acessar sistemas críticos, criar novos usuário e até desativar mecanismos de proteção. Se um invasor conseguir esse tipo de acesso, o impacto pode ser muito mais severo do que o de uma conta comum.

Por isso, proteger credenciais privilegiadas através da criptografia é uma prioridade em qualquer estratégia de segurança.

Como fortalecer a segurança dos acessos na minha organização? 

A ManageEngine desenvolveu o PAM360 para centralizar e proteger todas as credenciais privilegiadas da organização em um cofre criptografado. Em vez de confiar a segurança dessas contas armazenando senhas em planilhas, documentos compartilhados ou até mesmo na memória dos administradores, a solução controla quem pode acessar cada credencial, em quais circunstâncias e por quanto tempo.

O PAM360 também automatiza a rotação periódica de senhas, elimina o compartilhamento manual de credenciais e registra detalhadamente todas as sessões privilegiadas realizadas pelos administradores. Isso cria uma trilha completa de auditoria, permitindo saber exatamente quem acessou determinado recurso, quando isso aconteceu e quais ações foram executadas.

Quer saber mais sobre o PAM360? Explore os recursos da nossa ferramenta.

7. Vulnerabilidade de API 

A integração entre aplicações tornou as APIs uma parte essencial das operações corporativas. Contudo, muitas dessas integrações dependem de chaves de autenticação que, por praticidade, acabam sendo armazenadas diretamente no código-fonte, scripts de automação ou arquivos de configuração.

Mas, quando elas são salvas em arquivos sem proteção ou compartilhadas de maneira insegura entre equipes e aplicações, qualquer pessoa com acesso ao código, ao repositório ou ao ambiente comprometido pode reutilizar essas credenciais.

A exposição de chaves de API é uma vulnerabilidade importante porque pode permitir acesso indevido a serviços, bancos de dados, integrações e aplicações corporativas. Além disso, como essas chaves costumam automatizar comunicações entre sistemas, um vazamento pode gerar um comprometimento em cadeia: em vez de afetar somente uma aplicação, o incidente pode se espalhar para várias integrações que dependem daquela credencial.

Como reduzir a vulnerabilidade de API? 

O PAM360 oferece um repositório seguro para armazenar essas credenciais, eliminando a prática de mantê-las diretamente em códigos-fonte, scripts ou arquivos de configuração.

A solução permite controlar quais sistemas e usuários podem acessar cada chave, registrar todas as utilizações e aplicar políticas de rotação periódica das credenciais reduzindo significativamente o impacto caso uma integração seja comprometida. Isso também facilita a substituição de chaves sem necessidade de alterações manuais em múltiplas aplicações.

Ao utilizar o mesmo cofre responsável pelo gerenciamento de contas privilegiadas, a organização passa a administrar usuários, senhas e segredos de aplicações em uma única plataforma, simplificando a governança e aumentando a segurança das integrações entre sistemas.

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Como funciona o ambiente integrado da ManageEngine 

Ao longo deste artigo trouxemos diversas soluções da ManageEngine que atuam na mitigação de riscos e vulnerabilidades do ambiente digital de uma organização. O grande diferencial dessas soluções não está apenas em suas funcionalidades individuais, mas na forma como elas compartilham informações para oferecer uma estratégia de segurança unificada.

Gerenciamento de Identidade e Acesso (IAM) 

A primeira camada foca na gestão do ciclo de vida da identidade digital. O ADManager Plus garante que o provisionamento e o desprovisionamento de usuários no Active Directory e no EntraID sigam políticas rígidas de menor privilégio.

O ADSelfService Plus estende essa proteção na ponta, aplicando MFA adaptativo baseado em risco e Single Sign-On (SSO).

Dessa maneira, os novos usuários já são criados com permissões, autenticação e políticas de segurança consistentes desde o primeiro acesso.

Gerenciamento de endpoints, segurança  e acesso privilegiado (UEMS e PAM)

A segunda camada atua diretamente no ambiente operacional, mitigando falhas técnicas e de acessos críticos.

O Endpoint Central assegura a visibilidade total dos dispositivos, executando a gestão automatizada de patches, mitigação de vulnerabilidades Zero-day e prevenção de perda de dados (DLP em nível de endpoint).

O PAM360 assume o controle sobre o uso de privilégios elevados, isolando credenciais administrativas em um cofre criptografado e gerenciando os segredos de aplicações e APIs.

Segurança da Informação e Gerenciamento de Eventos (SIEM)

Toda a telemetria coletada nas primeiras camadas converge para o Log360, que atua como plataforma central de SIEM e correlação de eventos. A solução irá relacionar informações provenientes das diferentes camadas da infraestrutura, identificando padrões suspeitos utilizando UEBA e automatizando respostas via recursos de SOAR.

O que isso quer dizer na prática? Qualquer credencial comprometida, comportamento anômalo em um endpoint ou acesso privilegiado fora do padrão deixarão de ser três eventos independentes para formar um único incidente de segurança, reduzindo assim os falsos positivos e acelerando a resposta da equipe de TI.

Conforme os ataques se tornam mais sofisticados, proteger apenas uma camada da sua infraestrutura deixa de ser o suficiente. A segurança moderna depende da integração entre identidade, endpoints, credenciais privilegiadas, proteção de dados e monitoramento contínuo.

Fale com um de nossos especialistas para montar o melhor plano de segurança para a sua organização.

Nota: Encontre a revenda da ManageEngine certa. Entre em contato com a nossa equipe de canais pelo e-mail latam-sales@manageengine.com.

Importante: a ManageEngine não trabalha com distribuidores no Brasil.